De manhã, que medo
Que me achasses feia,
Acordei tremendo
Deitada na areia.
mas logo os teus olhos
Disseram que não
E o sol penetrou
No meu coração ( bis )
Vi o depois, numa rocha
Uma cruz
E o teu barco negro
Dançava na luz,
Vi o teu braço assenando
Entre as velas já soltas
Dizem as velhas na praia...
« Que não voltas... ! »
_ São loucas... ! ?
São loucas...
Eu sei meu amor
Que não chegaste a partir
Pois tudo em meu redor me diz
Que estás sempre comigo
No vento que lança
A areia nos vidros
Na àgua que canta
No fogo mortiço.
No calor do leito
Dos bancos vazios
Dentro do meu peito
Estás sempre comigo
BARCO NEGRO
De manhã, que medo
Que me achasses feia,
Acordei tremendo
Deitada na areia.
mas logo os teus olhos
Disseram que não
E o sol penetrou
No meu coração ( bis )
Vi o depois, numa rocha
Uma cruz
E o teu barco negro
Dançava na luz,
Vi o teu braço assenando
Entre as velas já soltas
Dizem as velhas na praia...
« Que não voltas... ! »
_ São loucas... ! ?
São loucas...
Eu sei meu amor
Que não chegaste a partir
Pois tudo em meu redor me diz
Que estás sempre comigo
No vento que lança
A areia nos vidros
Na àgua que canta
No fogo mortiço.
No calor do leito
Dos bancos vazios
Dentro do meu peito
Estás sempre comigo
BARCO NEGRO
De manhã, que medo
Que me achasses feia,
Acordei tremendo
Deitada na areia.
mas logo os teus olhos
Disseram que não
E o sol penetrou
No meu coração ( bis )
Vi o depois, numa rocha
Uma cruz
E o teu barco negro
Dançava na luz,
Vi o teu braço assenando
Entre as velas já soltas
Dizem as velhas na praia...
« Que não voltas... ! »
_ São loucas... ! ?
São loucas...
Eu sei meu amor
Que não chegaste a partir
Pois tudo em meu redor me diz
Que estás sempre comigo
No vento que lança
A areia nos vidros
Na àgua que canta
No fogo mortiço.
No calor do leito
Dos bancos vazios
Dentro do meu peito
Estás sempre comigo